Soneto nem tão belo

Escrever sobre coisas não tão belas Num soneto é absurdo, parece. Pois, nesta forma, o perfeito merece. Porém, como ostras produzem pérolas? Certo modelo, então, piso e enterro! Nem só do pão vivemos. Mas, esquece. A alma na poesia apetece; Os males se vão, e’aqui eu encerro. Os versos meus faço o que bem entendo.... Continuar Lendo →

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AMANDRÁGORA ✧ CONTO

Despretensiosíssimo. Sem qualquer zelo e empenho; mesmo, ao correr da caneta, este pequeno conto me surgiu em uma conversa sobre bloqueio criativo. Formulei uma prova, (conto) a fim de legitimar a seguinte tese: Não existe bloqueio criativo na escrita; podemos criar textos sobre infinitos textos. Em certo sentido, nós, autores, somos livres para falar de... Continuar Lendo →

Soneto: Ao escrever

Sobre tantas coisas quero escrever; De paixões, de paisagens, de amores, De vários momentos em tantas cores, Que acabo escolhendo nada, ao meu ver. ‘Inda bem! Hábito do meu viver: — Poetar e sonetizar sabores. Não só perfeicismos, às vezes dores. Mas sempre escrever, haja o que houver. Todos os dias, aqui, neste assento; A... Continuar Lendo →

Meu livro ◉ ANONIMATUM – eBook

Como bem sabemos, aqui no Brasil, ser publicado por uma grande editora é tarefa difícil; livro de autor novo, então, nem se fala... quase impossível! Dito que é, entretanto, "quase" impossível, pois editoras como Companhia das Letras, Aleph, Intrínseca, Nova Fronteira, Novo Século, dão oportunidades para autores consolidados, que já garantem uma certa quantidade expressiva... Continuar Lendo →

Soneto magnitude

Transpiro amor vivo no teu abraço. Nas tuas costas, minhas palmas te aquecem. Meu coração os batimentos crescem, E a mão esquerda em teu cabelo enlaço. Uma mordida em ti. Quero’ um pedaço! Mesmo assim minhas paixões nem apetecem. Preciso de mais tempo... Vezes cem! Tô preso. Não recuo nenhum passo. És tu meu sonho;... Continuar Lendo →

O Legado dos Almeidas

FOI EM CASA DOS SENHORES ALMEIDA, localizada na Rua Herança, número 101, em Santo André (SP), que se instalou o menino Eli. Seus pais tiveram de carregar a “sofrência” durante anos para reunir um valor altíssimo; o cash foi gasto até que de forma honrosa, sendo investido em intercâmbio estudantil afora. Agora, evita-se comentar a... Continuar Lendo →

Soneto dum sonho

Por sonhos e sonhos teu rosto vejo. Brilham teus olhos num feixe de sol, Tattoo no pulso de Clave de Sol E a boca rosê. Olhares despejo. Lá em Portugal, num barco ao Rio Tejo. Assopr' um Dente de leão – dissolve! Me encanto a ti que fui pego ao anzol. — Virtude é te... Continuar Lendo →

O Quase-morto

OBS.: Repostei, pois este conto sumiu do blog. Não me pergunte como. ☹ As coisas não são como antes. Desde quando você se foi, a atmosfera foi ficando fria, sabe? Não por estarmos no inverno - até porque aqui em SP, a cada hora é uma estação diferente. Mas digo: o clima ficou down. A... Continuar Lendo →

Soneto da anja

Do teu colo é que minh'alma carece Aos timbres de Chopin e de Mozart; É ouvir teus sussurros sem dosar. Teu rosto, de carinho é que merece! Deus quem te criou anja e disse: Desce! Como é que faz para as asas tosar? Não sei. Sei que nada sei! Apesar De tudo, é que milagres... Continuar Lendo →

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