Retribuição

Retribuição

Sua face que o sopro do vento passa
Que os fios negros do cabelo esvoaçam
Como acordes que soam duma lira;
E neste campo ao leste ela se vira

Nem dela o horizonte meu olhar tira
– Certo, ciente e calmo que delira.
O âmbar dos seus olhos me enlaça
Mais que o vinho na boca duma taça

Vida nela que respira e se sente
De manhã até que a estrela cadente
Dissolve-se em sonho, e traga-la à mente.

Ela abre os braços aos céus e se esquenta:
Retribui à natureza. Sedenta
De Gratidões sinceras desatentas.

 

7 de maio de 2019
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