Soneto ao Doguinho 🐶

O Doguinho ressonava com a casa
sem cor. Estavam todos passeando
num parque. E ele não sabia quando
a tigela encheria por acaso.

Esperava aquele cheiro que vasa
por debaixo da porta lhe alertando
a chegada do seu amo – é um brando
amigo. Mas a sua ansiedade atrasa

o tempo da espera. Seu sono foge
de repente. E o latido recebe
o xodó. A casa vira um pagode

de luzes, sons e vida que concebe
as cores. De fiel amor explode
o Doguinho. Ele a ternura bebe.

Mar 10, 2020
Raul Coutinho de Almeida

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